Quem são os Padres da Igreja, e por que a Igreja ainda os lê
Agostinho, Crisóstomo, Ambrósio: quem a Igreja chama de Padres, por quais critérios, e por que o consenso deles vale mais que a voz de qualquer um.
Ler o artigo →O que a Igreja recebeu e transmitiu, e por que continua de pé depois de vinte séculos.
Agostinho, Crisóstomo, Ambrósio: quem a Igreja chama de Padres, por quais critérios, e por que o consenso deles vale mais que a voz de qualquer um.
Ler o artigo →A herança viva da Igreja: os Padres, os Doutores, a Escritura lida na comunhão dos séculos e as distinções que a fé guarda com precisão antiga.
O que é, o que não é, quais são exatamente as condições da indulgência plenária, e o que vale de 1 a 8 de novembro. Com o número da norma em cada afirmação.
Quem está no purgatório está salvo com certeza, e a Igreja nunca definiu fogo, lugar nem duração. O que foi definido, o que ficou em aberto de propósito e o que nunca teve respaldo.
Duas palavras que quase ninguém explica: o que é a comunhão dos santos, quais são os três estados da Igreja e por que ela sustenta a oração pelos mortos.
Por que Nossa Senhora Aparecida é solenidade no Brasil e não aparece no calendário universal, quem a declarou padroeira e em que documento, e o que separa o feriado civil da celebração litúrgica.
2.865 parágrafos em quatro partes: o que é o Catecismo, a quem ele se dirige, como está organizado e como consultá-lo sem se perder.
Sete antífonas, uma por noite, de 17 a 23 de dezembro, e o acróstico que a tradição encontrou nelas.
Latria, hiperdulia, protodulia, dulia: a diferença entre adorar e venerar, e por que o catolicismo nunca a confunde.
Como São Tomás reuniu os Padres da Igreja em um comentário contínuo ao Evangelho, e por que ela ainda nos ilumina.